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Alam gives HBL control of final

A composed half-century from Aftab Alam has put Habib Bank Limited firmly in control of their Quaid-e-Azam Trophy Division One final

ESPNcricinfo staff16-Jan-2011
Scorecard and ball-by-ball detailsA composed half-century from Aftab Alam has put Habib Bank Limited firmly in control of their Quaid-e-Azam Trophy Division One final against Pakistan International Airlines at the National Stadium in Karachi. Alam began aggressively after HBL were set 235 for victory, flicking Shan Masood’s first delivery to the deep midwicket fence, then cutting and driving Aizaz Cheema for consecutive boundaries a few overs later. The loss of first-innings centurion Imran Farhat, caught and bowled by Kamran Sajid, forced HBL to shut shop, and only 17 runs came from the next 20.2 overs.The dismissal of Khaqan Arsal, who made nine painstaking runs from 61 deliveries, seemed to stir Alam from his stupor, and he unfurled two glorious drives either side of the wicket in the same Anwar Ali over. HBL sent out Fahad Masood as a nightwatchman, who had batted with assurance in the first innings to make a half-century down the order, and he ensured there would be no more hiccups, adding 43 with Alam as they whittled their target down to 134 by the close of play.A fighting knock from Faisal Iqbal, who made 84, helped extend PIA’s overnight lead from 147 to 235. Iqbal found a willing ally in Najaf Shah, and the pair added 76 for the ninth wicket to take PIA past 300 and the lead past 200. Fahad Masood eventually dislodged Iqbal, getting him to edge a fuller delivery to the keeper, and then wrapped the PIA innings by bowling Cheema for 14.

Kamande rubbishes rift rumours

Kenya captain Jimmy Kamande has rubbished reports of a rift between his players and their West Indian coach Eldine Baptiste, saying it was just an excuse people were looking for because the team has been performing poorly

ESPNcricinfo staff28-Feb-2011Kenya captain Jimmy Kamande has rubbished reports of a rift between his players and their West Indian coach Eldine Baptiste, saying it was just an excuse people were looking for because the team has been performing poorly. On Sunday, Cricket Kenya chief Samir Inamdar had said some of the senior players were not happy with Baptiste, but Kamande said there were no such problems.”I have read it like you. My team is very, very solid. We all are together as one,” he told . “When the team loses, people try to find excuses, but there are none on those lines, just that we haven’t performed well so far and will try to do well in the rest of the games.”Kenya lost their opening two games to New Zealand and Pakistan, results that were expected, but it was the margins of victory and the lacklustre performance of Kenya’s batsmen that have drawn criticism. They were bowled out for 69 against New Zealand in Chennai, and got to just 112 in their chase against Pakistan in Hambantota. Inamdar said the board was disappointed with the results and wanted the team to at least be competitive against the Test playing nations.Kenya captain Jimmy Kamande said there would be changes, perhaps in the batting order•AFP

Kamande said there would be changes and his team would try to bounce back by getting the basics right. “We don’t want to complicate the game of cricket. Obviously we haven’t been on top form, but some changes have to be made; maybe in the batting order. We can’t continue doing the same thing.”Things don’t get any easier for Kenya, as their next match is against tournament co-hosts and favourites Sri Lanka, on Tuesday at the Premadasa Stadium in Colombo. Sri Lanka lost their last game, against Pakistan, and Kamande said that would put them under pressure.”Sri Lanka look solid up there, but we have nothing to lose. They are the ones who would be under pressure to perform at home and now obviously having lost to Pakistan it’s a must-win game for them. We will try to put some pressure on them and bowl at a nice tight line and length and if we do it will add problems for the Sri Lankan side.”Kenya upset Sri Lanka in the 2003 World Cup, but have lost the other four ODIs they have played against Sri Lanka.

وليد الركراكي يرد على أنباء تلقيه عرضًا لتدريب البرازيل

كشف وليد الركراكي المدير الفني لمنتخب المغرب حقيقة تلقيه عرضًا لتدريب البرازيل، مؤكدًا رغبته في قيادة أسود الأطلس للفوز بكأس أمم إفريقيا.

وحقق الركراكي إنجازًا تاريخيًا مع المغرب بعد تحقيق المركز الرابع في نسخة كأس العالم الماضية قطر 2022.

وقال الركراكي في تصريحات عبر صحيفة “البطولة”: “لم أتلق أي عرض لتولي المهمة الفنية لمنتخب البرازيل، وخلال تواجدي في كأس العالم، لم أترك الباب مفتوحًا لأي شخص، لدي عقد مع المنتخب المغربي وأنا سعيد به”.

وتابع: “لدينا أهداف مع المغرب منها التأهل لأدوار متقدمة في كأس العالم وبناء منتخب قوي ولما لا نفوز بأمم إفريقيا؟، حلمي هو التدريب في أوروبا، وأكون سببًا في إسعاد الجمهور المغربي بتواجد مدرب وطني في قارة أوروبا”.

طالع | مدرب الوداد السابق: الركراكي كسر حاجزًا وهميًا بإنجازه مع المغرب.. وخليلهودزيتش كان متعجرفًا

وأكمل: “حاليًا علينا الفرحة والاستمتاع بما حققناه، ثم العودة للعمل والاستعداد لكأس أمم إفريقيا، جئت من أجل الفوز بالألقاب وتغيير عقلية الفرحة بالتأهل لربع نهائي المسابقة، نرغب في التأهل لنصف نهائي المسابقة القارية على الأقل”.

واختتم: “هذه هي العقلية التي نبنيها في الكرة المغربية، هذا ما حدث عندما توليت تدريب الوداد ووعدت وقتها بالفوز بدوري أبطال إفريقيا أو الرحيل”.

Jair valoriza performance do Santos, banca Gabigol e vibra com Rodrygo

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Jair Ventura ficou extremamente satisfeito com o resultado e, principalmente, com a performance do Santos neste sábado, no Pacaembu, contra o Ceará. Feliz com mais uma belíssima atuação do garoto Rodrygo, de 17 anos, fez questão de defender o atacante Gabigol de possíveis críticas e ainda exaltou o bom futebol apresentado pelo volante Léo Cittadini, que recuperou seu posto de titular, desbancando o veterano Renato.

– O ideal era conquistar essa vitória para a torcida. Fico feliz de quebrar o tabu de 12 anos. Esse grupo merece, batemos na trave no Paulistão. Colocamos na nossa cabeça que cada jogo é uma final. Respeitamos o Ceará, mas controlamos o jogo. Volto a exaltar o tempo de trabalho que tivemos. Quando o treinador tem tempo de trabalho, as coisas acontecem melhor. Tivemos uma boa performance e um bom resultado. Gosto de aliar essas duas coisas – disse, durante entrevista coletiva, e completou:

-Cittadini fez uma partida fantástica. Já estava brigando por posição e perdeu pela lesão. Hoje sustentou os 90 minutos. O coletivo foi muito forte. Conseguimos implementar tudo o que fizemos na semana. Quatro sessões de trabalhos táticos comigo. Transformamos em bom resultado e boa performance. Os resultados aparecem.

‘O céu é o limite’
Jair ficou encantado com mais uma boa atuação de Rodrygo. Questionado sobre até onde o garoto pode chegar, o “professor” resumiu: o céu é o limite para o mais novo Menino da Vila.

-Ele chegou e houve pressão para ele ser titular. É função do treinador saber lançar esses jovens. Tem um tempo de maturação. Alcançou gradativamente seu espaço no time. Sustentou a condição física. Pode jogar aberto, como um meia centralizado, joga nos dois externos, é diferenciado. Cada vez com mais jogos, mais rodagem e entrosamento, tende a crescer cada vez mais.O céu é o limite para um jogador como o Rodrygo. É uma joia.

Gabigol com fome de gol
Chamado por parte da torcida de “fominha” pelo excesso de chances desperdiçadas durante a partida, o atacante Gabigol foi defendido por Jair. Vale destacar que o camisa 10 tem sido usado como um centroavante e, segundo o técnico, é por isso que tem tanta “fome de gol”.

-Gabriel é o ‘9’, e quer fazer gol. É a gana de fazer gol. Joga coletivamente. Nove quer sempre fazer o gol. É só ansiedade por esse momento.

حسام حسن: أحتاج الكثير في المصري من أجل المنافسة.. والبداية في الدوري ضعيفة

قال حسام حسن المدير الفني الجديد لفريق المصري، إن الطموح الأن يختلف عما كان في الموسم الماضي عندما تم تعيينه لمدة شهرين.

وأضاف حسن في تصريحات تلفزيونية لفضائية “أون تايم سبورتس”: “عندما تعاقدنا مع المصري في الموسم الماضي شهرين ربنا أكرمنا بالبقاء في الدوري، لكن الطموح الآن مختلف، يوجد مجلس إدارة برئاسة كامل أبو علي والجماهير أصبح لديها عشم”.

المصري يتعادل سلبيًا مع حرس الحدود في أول ظهور لـ حسام حسن

وأردف: “تكوين الفريق فنيًا تحقق بشكل منقوص في الموسم الجديد، ولو كنت سُئلت حتى وأنا غير موجود كنت سأقول رأيي”.

واستكمل: “نحتاج تدعيمات أقوى بكثير لكي أقول للجماهير أنا أستطيع أن أنافس، لو كنت متواجدًا في بداية الموسم كنت سأقول على التدعيمات التي أريدها”.

وأتم: “طموح المنافسة الآن عند الجماهير صعب جدًا، لأن أي فريق يريد المنافسة لابد ألا يفقد النقاط، لكن أقول للجماهير بما أن البداية كانت ضعيفة فنحن سنسعى أن نكون في وسط الدوري”.

Ano sabático, reflexões e retorno: Cristóvão Borges abre a casa ao L!

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“Estou pronto”. Foi assim que Cristóvão Borges se despediu da reportagem em seu apartamento na Zona Sul do Rio e se apresentou para o mercado. Após um ano e meio de ‘período sabático’, o treinador abriu sua casa para o LANCE! e voltou a dar entrevistas após oito meses. Aos 58 anos, o ‘novo Cristóvão’ diz ter refletido sobre seus trabalhos e aproveitou a pausa para se reavaliar. Durante os 40 minutos de conversa, ele demonstrou a calma habitual para percorrer suas ideias sobre diversos temas que cercam o mundo do futebol: renovação dos técnicos no país, calendário, arrependimentos, Pep Guardiola e os seus planos para retornar à beira do campo ainda nesta temporada.

— Quando saí do Vasco, resolvi que tinha que parar e fazer uma coisa que sempre tive vontade, uma coisa que todos os treinadores têm vontade, que é refletir sobre o próprio trabalho. Eu vim de muitos trabalhos seguidos e você não tem tempo para fazer uma avaliação, das coisas que aconteceram, do que deu certo e errado. Eu resolvi parar, me dei um ano para estudar, fazer essa avaliação e uma reflexão sobre meu trabalho — declarou o treinador.

Entre as principais reflexões, Cristóvão indicou uma mudança na preparação. Ele disse estar buscando maneiras de fazer seu trabalho ter resultado mesmo com pouco tempo. Segundo ele, o calendário é uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos treinadores do futebol brasileiro, o que classificou como ‘reclamação recorrente’ na categoria.

— Das reflexões que fiz, nós reclamamos muito do calendário. É algo recorrente, que dura muito tempo. Eu comecei a pensar em maneiras que o trabalho seja eficiente com esse calendário. É pré-temporada de uma, duas semanas e começa a competir. Procurei otimizar esse tempo de preparação, que é muito curto para competir. Para que aconteça uma evolução em um período curto de treinamento. Fui estudar, fiz cursos sobre isso. Conversei com o Ricardo Gomes, com amigos portugueses, a gente discute muito sobre isso — afirmou.

Fora do mercado desde março de 2017, quando foi demitido do Vasco após a eliminação na Copa do Brasil, Cristóvão revelou que recebeu propostas para voltar à ativa. Por não ter aceito, virou alvo de brincadeiras dos próprios amigos. Ele revelou que o objetivo foi se reinventar neste período.

— Chegaram (propostas). Recebi, principalmente, logo nos primeiros meses. Tenho até alguns amigos que brincam comigo, falando: ‘Você está milionário, não vai mais trabalhar?’. Eles sabiam que eu tinha recusado algumas propostas porque se não eu ia voltar e me repetir. Agora estou pronto. Tenho muita vontade, me sinto preparado, fresco, com muita vontade de mostrar o que aprendi, do que me preparei— contou.

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Elogios à administração do Flamengo e o episódio de racismo

Cristóvão Borges assumiu o Flamengo em maio de 2015, ao substituir Vanderlei Luxemburgo. Seu contrato era de um ano, porém, deixou o clube antes do término – apesar de ser defendido pelo presidente Eduardo Bandeira de Mello na época. Para o treinador, os problemas de planejamento e os resultados insuficientes foram os responsáveis por ficar apenas 18 jogos no cargo.

— O Flamengo era o penúltimo ou antepenúltimo (quando assumiu) e era uma equipe que estava em busca de formação. Tivemos dificuldade de planejamento, era um trabalho de resgate. A gente tentou implantar algumas coisas, fizemos alguns bons jogos, mas não conseguimos resultados suficientes para ter sequência, que fizessem as pessoas entenderem que poderíamos seguir— admitiu.

‘A administração levará o Flamengo a ser o maior clube brasileiro’

Se hoje a gestão Bandeira de Mello é criticada por parte dos torcedores do Flamengo, na época de Cristóvão, era idolatrada. O trabalho de recuperação financeira do presidente estava em seu início e o treinador não teve um elenco milionário em mãos, diferente dos dias atuais. O ex-técnico rubro-negro elogiou o planejamento e prevê um grande futuro para o clube se mantiver essa maneira de ver o futebol.

— O Flamengo estava e continua com essa maneira de administrar que acho que vai levar a ser o maior clube brasileiro. Isso ainda não é entendido, o que é uma pena. O Flamengo procura ser um clube saudável para fazer grandes investimentos. Quando trabalhei no Flamengo, fiquei muito entusiasmado com as pessoas que queriam fazer as coisas bem feitas. É um clube saudável, que vai investir e procurar uma equipe que encaixe, comissão técnica e um plantel de acordo. Quando conseguir, vai ser forte— elogiou.

O momento mais pesado da passagem de Cristóvão pelo Flamengo foi a acusação de racismo. Na época,o treinador questionou o tipo das críticas ‘sistemáticas’ que foram feitas ao seu trabalho. O treinador voltou a defender a igualdade, mas garantiu que o episódio não influenciou na sua passagem.

— Aquilo não influenciou meu trabalho. Foi uma atitude isolada de um colunista que fez uma crítica preconceituosa, racista, foi só isso. Eu me manifestei e, quando existe uma manifestação sobre isso no Brasil, tem gente que acha que é exagerado. No país existe racismo, bastante, temos lutado e conseguimos avanços. A gente sofreu com isso, mas não me atrapalha — disse.

Sucessor de Tite e ‘bola na trave’ no Corinthians

A passagem do treinador pelo Corinthians foi conturbada desde o início. Com a saída de Tite para o comando da Seleção Brasileira, o clube paulista apostou em um treinador que ainda não havia conquistado título – foi uma das maiores críticas sofridas à época. Apesar dos pesares, Cristóvão considera que seu trabalho ‘bateu na trave’ em São Paulo.

— Não tem a ver com título (ter atrapalhado na carreira). Você falou de Corinthians e Flamengo, são momentos e equipes com uma exigência muito grande. O resultado tem que ser mais rápido. São momentos que as coisas encaixam ou não. No Flamengo isso não aconteceu, no Corinthians foi por muito pouco, bateu na trave — atestou.

‘Montei uma equipe que foi líder do campeonato no Corinthians’

No Corinthians, ficou a mesma quantidade de partidas do Flamengo: apenas 18. Ele lembra do desmanche que o clube sofreu, perdendo peças importantes no período, mas lembra de um trunfo que é esquecido quando se recorda da passagem. O Corinthians, com Cristóvão, chegou a ser líder do Campeonato Brasileiro em determinado momento de 2016.

— O Corinthians perdeu muitos jogadores, era um desmanche. Eu cheguei em um momento que estávamos fazendo coisas interessantes. O Rodriguinho e o Bruno Henrique (atualmente no Palmeiras) estavam chegando na melhor fase da carreira. O Elias voltou após um mês machucado. Nesse momento, montei uma equipe que foi líder do campeonato. Em menos de uma semana, o Elias pediu para ir embora e o Bruno Henrique também. Os dois foram embora. Acontece essas coisas — reconheceu.

Retorno à Colina em 2017 e falha no planejamento

Cristóvão teve duas passagens pelo Vasco: em 2011, quando assumiu o trabalho deixado por Ricardo Gomes e foi vice-campeão brasileiro, e em 2017, quando não teve sucesso e foi demitido após a eliminação na Copa do Brasil. O treinador, querido pelo ex-presidente Eurico Miranda, revelou parte do planejamento que não deu certo na Colina.

— A passagem pelo Vasco não foi tão boa. Não estou me eximindo de nada, isso é responsabilidade minha também. No Vasco, tiveram fatores em série que aconteceram. Tivemos dificuldades financeiras, mas isso é com todo o futebol brasileiro. Chegamos com um planejamento com jogadores que chegariam pra ser titular, trabalhou-se muito, mas eles estavam em litígio com outros clubes— confirmou.

‘Pelas dificuldades financeiras, se você planeja mal, vai ter uma temporada ruim’

Se em 2011 foi a melhor passagem pelo Vasco, em 2017, talvez tenha sido a pior entre os clubes de sua carreira. O planejamento foi mal feito, segundo a avaliação do treinador. As consequências foram colhidas pouco tempo depois. Praticamente todo o elenco foi modificado em menos de três meses, o que dificultou o trabalho.

— A equipe que começou a temporada, que eu treinei, foi a equipe que disputou a Florida Cup (torneio de pré-temporada nos Estados Unidos). Quando voltamos, não era a equipe que tínhamos para a temporada. Assim fica muito difícil, por conta das dificuldades financeiras, se você planeja mal, vai ter uma temporada ruim— lamentou.

Conceitos táticos e trabalho ideal no Fluminense

A passagem pelo Fluminense encantou o Brasil e tem lugar reservado na memória de Cristóvão. Ele assumiu em 2014 e renovou para 2015, onde quase levou a equipe para a Copa Libertadores. Ainda no período da Unimed, o técnico afirmou que conseguiu realizar o seu melhor trabalho no que pensa sobre futebol. Todos os conceitos táticos foram implantados no período.

— O Fluminense foi o trabalho que me deu mais prazer, mas até antes da Copa. Aquilo ali foi tudo que eu penso de futebol. Era um time que jogava com linha alta, que pressionava o adversário, que tinha uma forma de pressão em todos os momentos do jogo, que tinha o controle da bola. Tinha muita qualidade e técnica, jogadores com experiência — alegou.

‘O Fluminense foi o trabalho que me deu mais prazer’

O técnico também aproveitou para elogiar o técnico Abel Braga, que comanda o clube atualmente. Ele lembrou das atuações do início da temporada passada, onde conquistou a Taça Guanabara. Após as vendas de atletas, o rendimento caiu, mas Cristóvão elogiou a ‘arte de se reinventar’ do técnico tricolor.

— No primeiro semestre do ano passado, o Fluminense foi quem jogou o melhor futebol do país. O trabalho do Abel é admirável, é o único treinador que monta time de três em três meses. Ninguém jogou mais bonito que aquele Fluminense do primeiro semestre do ano passado. Depois teve que refazer, perdeu jogadores, mas continuou sendo competitivo.

BATE-BOLA COM CRISTÓVÃO BORGES

Substituir Tite no Corinthians
Cheguei no Corinthians no lugar do treinador que estava indo para a Seleção Brasileira. Então, não tinha motivo para sair. Ele era e é o melhor treinador do futebol brasileiro. É o mais preparado, pelo trabalho que fez, pelo que desenvolveu no Corinthians, com todas as mudanças e dificuldades. O Corinthians mostra que vai continuar sendo competitivo, porque o trabalho que fazem tem solidez.

Renovação com o Bahia
Eu fiz um trabalho no Bahia que teria sequência, mas o problema foi político, todo mundo queria renovar o contrato, a torcida queria, e esse ano conseguiu continuar na Série A. Foi um trabalho muito legal, mas na hora de renovar não entramos em acordo com a diretoria.

Ficou prejudicado por dirigir clubes em sequência?
Desgasta, tudo desgasta. Se dá certo, você tem uma superexposição, mas do contrário, também fica desgastado. Eu trabalhei em equipes seguidamente.

Você se considera um técnico da nova geração?
Existem treinadores de várias faixas. O meu caso é interessante porque tenho 58 anos, mas sou treinador há sete anos. Tenho experiência no futebol como jogador, auxiliar e treinador. Essa aposta é interessante porque são casos que coincidem. Lembra do Santos, do Diego e Robinho, quando surgiu? Não tinha condição econômica e apostou na base. Vimos isso acontecer no Fluminense também. Eu acho que a geração de treinadores também acontece por isso, por necessidade, por causa de treinadores novos que são capazes.

O 7 a 1 favoreceu essa nova geração de treinadores?
Eu discordo, porque muito antes já vinha se anunciando. Com Marquinhos Santos, Ney Franco, Enderson Moreira… Agora o Jair Ventura, Zé Ricardo, são mais recentes que o 7 a 1. É uma reflexão, acredito que tática deve ter um investimento muito maior. É uma educação que vai servir para todos.

Na Europa fala-se muito, valoriza-se muito, tem coisas que acontece aqui que, se fosse na Europa, seriam mais valorizadas. Vemos isso em avaliações de trabalhos, de treinadores, de jogadores. Durante um tempo se cobrou muito que os treinadores precisavam se atualizar. Os treinadores estão fazendo isso, estão buscando.

Tempo para trabalhar
Você vai trabalhar em um clube e dificilmente consegue construir alguma coisa. Os melhores resultados foram daqueles que ficaram mais tempo nos clubes. Marcelo Oliveira, no Cruzeiro, Cuca, no Atlético-MG, Tite, no Corinthians, Mano, também no Cruzeiro. Foram os últimos trabalhos que deram resultado. Eu passei a perceber que a busca do treinador é ter que trabalhar para ter tempo para trabalhar.

Cenário ideal e Estaduais
O cenário é o que a gente teve na temporada retrasada, quando conseguimos ter quase um mês de preparação. Diminuiu depois e esse ano foi pior por causa da Copa do Mundo. Você fala que Estadual é laboratório, mas serve para derrubar treinador.

Melhores equipes do Brasileirão
O Grêmio continua sendo um time que gosto de ver jogar. Eu gostei do Fluminense nessa fase final do campeonato, foi uma pena não ter passado. Gosto de ver o Santos, o Bahia… Palmeiras vai brigar, Corinthians de novo, acho que o São Paulo vai crescer. Tem outros times que podem encaixar como o Botafogo na reta final do Carioca, Cruzeiro com o Mano que está há mais de um ano…

Quem pode surpreender na Série A?
Eu fiz um curso na CBF com quase todos os treinadores e o Roger (Machado) estava lá também. A gente se conhece entre nós, treinadores, e torcemos muito um pelo outro. A gente vê um trabalho muito difícil. Eu acho que o Guto Ferreira está trabalhando bem no Bahia, o Chamusca, no Ceará, é uma surpresa. Pelo tempo e planejamento, o trabalho do Enderson, no América-MG, é muito bom.

Guardiola e referências na Europa
Eu vejo cada time e me identifico. Vejo o Napoli, é um espetáculo. O Shakhtar, assisti coisas maravilhosas. Valencia… Isso para não falar de Barcelona, Real Madrid… O Manchester City, para mim, eu vejo muito e gosto porque o Guardiola é um treinador que é admirável. Ele é inquieto, incansável, e não aceita o que tá aí.

Copa do Mundo
O trabalho do Tite tem sido sensacional. Não esperava que tudo seria tão rápido, mas ele acreditou e foi. Conseguiu coisas, tem demonstrado solidez e faz a gente acreditar que vai disputar a Copa do Mundo para ganhar. A Argentina não se pode duvidar. Espanha, Alemanha, esses você pode esperar que vão estar lá no final com o Brasil. A Bélgica é uma seleção que sempre cria uma expectativa que vá fazer alguma coisa. A França tem valores individuais como poucos, mas acho que precisa de um coletivo mais forte.

ICC tweaks 2.5 metre DRS rule for 'consistency'

The ICC has made a slight but significant alteration to the 2.5m rule, the most controversial segment of its decision review system (DRS) used in this World Cup, to enable more consistent application by the umpires

Sharda Ugra06-Mar-2011What the law says

If a ‘not out’ decision is being reviewed, in order to report that the ball is hitting the stumps, the evidence provided by technology should show that the centre of the ball would have hit the stumps on any part of the middle stump ().

The ICC has made a slight but significant alteration to the 2.5m rule, the most controversial segment of its decision review system (DRS) used in this World Cup, to enable more consistent application by the umpires. The change to the DRS rule No. 3.3 – which expands the umpire’s scope for interpretation – follows its contrary usage in the first two weeks of the competition.An ICC spokesperson confirmed to ESPNcricinfo that the umpires have “changed the protocol” in the clause to ensure a “consistency” of on-field umpires when using the DRS pertaining to not out lbw reviews.A directive has gone out from the ICC’s Umpires & Referees manager to all umpires that if an lbw appeal shows that even though there may be a distance between the stumps and the point of impact of 2.5m or greater, the on-field umpire can think of reversing the decision even if the replay shows that the ball is hitting “any part of the middle” stump.The altered rule came into application during an lbw appeal against Alex Cusack in the India v Ireland game•Getty Images

The previous rule required that the leg-before could be reversed – by the on-field umpire – only if the replay showed that the ball was hitting the middle stump dead centre. This change in the ‘protocol’ was brought into play in the India v Ireland match in Bangalore, when umpire Rod Tucker reversed his lbw decision against Alex Cusack off the bowling of Yuvraj Singh. Tucker was heard on the stump microphone asking third umpire Marais Erasmus to let him know whether the ball was hitting “any part of the middle stump.”The third umpire, it was confirmed, was also required to give the on-field umpire “all relevant information” during an lbw review and not merely specific pieces of information during the DRS process.Teams had also been informed of this alteration in the rule and Yuvraj said later that while he “did not understand the 2.5 rule much”, he knew it had been what he called “removed.” He said the current rule stated that if, “the ball is hitting the line, it’s out… I was just discussing it with Dhoni, so I took the referral.”The application of the same 2.5m rule had led to two contrasting reviews under the DRS last week, one involving Ian Bell – in England’s match against India – and the other the Zimbabwe captain Elton Chigumbura against New Zealand. Both batsmen were struck well forward from the stumps but the not out decision against Bell’s was not overturned while Chigumbura was declared out.The 2.5m clause was included in the DRS rules following the expert view that the predictive path of the ball-tracker technology (in this case Hawk Eye) lost its accuracy when the distance between the point of impact and the stumps was greater than 2.5m.

برونو فرنانديز يحذر مانشستر يونايتد بعد الفوز على نوتينجهام فورست

وجه لاعب وسط الفريق الأول لكرة القدم بنادي مانشستر يونايتد، برونو فرنانديز، رسالة تحذير إلى زملائه في الشياطين الحمر بعد الفوز أمام نوتينجهام فورست في الدوري الإنجليزي الممتاز.

ونجح مانشستر يونايتد في الفوز بنتيجة 3-0 على ملعب “أولد ترافورد” بأهداف كل من ماركوس راشفورد، أنتوني مارسيال وفريد.

ولكن لدى النادي الإنجليزي مباراة صعبة في الجولة المقبلة على ملعب “مولينكس” أمام ولفرهامبتون يوم السبت القادم، في تمام الساعة الثانية والنصف ظهرًا بتوقيت “القاهرة”.

اقرأ أيضًا.. تين هاج يعلق على إفساد ليفربول لصفقة انتقال جاكبو إلى مانشستر يونايتد

وتحدث فرنانديز عن وجهة نظره في تصريحات لوسائل الإعلام الإنجليزية بعد نهاية مباراة نوتينجهام فورست، وقال: “علينا التركيز، مباراة تلو الأخرى، نحن نعلم مدى صعوبة الدوري الإنجليزي”.

وتابع: “علينا الذهاب إلى ولفرهامبتون، مع احترام كامل لهذا الفريق، لأننا نعلم أنهم فريق جيد، نحن نعلم أنهم يتحدثون البرتغالية أكثر من منتخب البرتغال”.

وأضاف: “مباراة ولفرهامبتون في مولينكس دائمًا ما تكون صعبة، لديهم مدرب جديد، نعلم جميعًا انه كلما جاء مدرب، تكون هناك ثقة ورغبة للفوز”.

وأتم: “لقد فازوا في الدقائق الأخيرة أمام إيفرتون، سيكون لديهم حافز ضدنا، لكن فوزنا أيضًا أمام نوتينجهام فورست سيمنحنا المزيد من الثقة”.

Ambidestro e fã de Cafu, Régis espera São Paulo imponente no Maracanã

MatériaMais Notícias

Recém-contratado pelo São Paulo, o ambidestro Régis caiu como uma luva no time do técnico Diego Aguirre. Fã declarado de Cafu, o lateral tem demonstrado qualidade para subir ao ataque e conquistou a confiança da comissão técnica. Neste domingo, às 16h, o jogador espera repetir as boas atuações para conquistar a primeira vitória fora de casa com a camisa do Tricolor, diante do Fluminense, no Maracanã, pela terceira rodada do Brasileirão.

– Esse jogo de domingo será de extrema importância porque vai nos colocar em uma condição melhor na classificação e na nossa confiança em um começo de competição. Trata-se de um grande adversário que vive um bom momento. Temos tudo para fazer um grande jogo, sabemos do nosso momento. E o momento no São Paulo é de ganhar, é de vitória – afirmou o camisa 33 do Tricolor em entrevista ao LANCE!.

Desde que chegou ao clube, no meio de março, Régis já atuou nas laterais direita e esquerda. A polivalência do atleta contratado pelo São Bento tem auxiliado o técnico Diego Aguirre na formação da equipe, tanto com uma linha de quatro ou como de três jogadores na defesa. Fora isso, o São Paulo consegue ter força ofensiva nos dois lados do campo.

Apesar de ter conquistado a confiança da comissão técnica e de seus companheiros, o lateral ainda não conseguiu ajudar a equipe a vencer fora de casa. Diante do Fluminense, o São Paulo defende sua invencibilidade no Brasileirão e Régis espera uma atuação imponente no Maracanã.

– Espero que a gente possa fazer um grande jogo e esse retrospecto fora de casa mude, que façamos grandes jogos e que a gente se comporta como o São Paulo tem de ser: grande, jogando para frente, com personalidade. Espero que isso aconteça no domingo – afirmou.

Na última sexta-feira (27), durante a preparação do elenco para a partida no Rio de Janeiro, o lateral atendeu a reportagem e falou sobre seu início de trabalho no São Paulo, sobre as pretensões do elenco até o fim da temporada e sobre sua carreira, recheada de passagens por clubes de menor expressão. Confira!

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Você não sentiu a pressão de vestir a camisa do São Paulo. Ao que se deve isto?
Desde a minha pré-temporada no São Bento, que foi muito bem feita, e fiz um bom campeonato. Já projetava isso para a minha carreira. Se eu tivesse a oportunidade de atuar em uma grande equipe, precisaria ter tranquilidade e maturidade para fazer bons jogos. Foi o que eu fiz. Procurei me preparar bem e cheguei aqui no São Paulo em um bom momento.

Ainda jovem você tinha essa projeção de jogar no São Paulo?
Sim, desde muito pequeno. Sempre tive a curiosidade de jogar em São Paulo. Sou de Brasília, a gente não tinha muitas oportunidades de sair do estado. O São Paulo sempre foi a minha motivação profissional.

E você encontrou tudo que projetou?
Com certeza. Tenho encontrado e espero usufruir ao máximo possível. Se tiver que ficar por aqui por muito tempo, será prazeroso. Sou um cara que gosto de ler, sou muito religioso. Deus me preparou para o momento certo, me calejou na vida para, quando eu pudesse chegar aqui, estar preparado para aproveitar a oportunidade.

Você tem recebido muitos elogios do Aguirre. Como lida com isso?
É interessante porque ele nos dá essa liberdade e temos essa opção. O Militão já está mais adaptado, joga um tempo por lá. Posso acrescentar na parte ofensiva. Espero que isso pode se dar muito bem e seja uma parceria de sucesso.

Em uma das entrevistas, Aguirre elogiou sua capacidade de se adaptar a diferentes situações dentro de uma mesma partida. Apesar dessa característica, você acredita que a ofensividade é sua maior virtude?
O São Paulo sempre teve como característica laterais que atacavam muito. Com a modernidade do futebol, o lateral deixou de ser um ala e passou a ser mais um defensor. Aqui no São Paulo estou buscando esse equilíbrio. A comissão tem me dado essa orientação. Jogando com três zagueiros tenho a liberdade para avançar, mas estou procurando usar essa oportunidade para evoluir.

Quais laterais do São Paulo te marcaram?
O Cafu é referência de todos. Mas gosto muito do estilo do Ilsinho. Do Cicinho, também, mas o Ilsinho é um pouco mais técnico, mais habilidoso, com bom drible, com lances bonitos. Gosto muito dele. Mas o Cafu foi o maior de todos. Vi pouco o Cafu jogar, eu era mais jovem, mas era um jogador de muita força, muito dedicado, que se aprimorou muito na parte física, nos cruzamentos, com força para marcar também. De referência, tenho um leque de opções. Espero marcar história aqui.

Você já falou em tradições do São Paulo nas laterais e em jogo bonito. Conhece bem a história do São Paulo?
Sempre acompanhei. O São Paulo foi o primeiro time que projetei para jogar em alto nível, por estrutura, história, condição que dá para o atleta. Não é porque estou aqui que estou falando isso, realmente fiz essa projeção para mim. E sempre me espelhei em laterais que passaram por aqui.

Você se preocupa com uma evolução na parte defensiva?
Por ter dedicado uma boa parte da minha carreira na parte ofensiva, a questão da defesa ficou um pouco debilitada. Mas tenho procurado me aperfeiçoar e evoluir.

E como se aprende a marcar?
Compromisso. Comprometimento com o sistema e procurando absorver o máximo as informações que a comissão técnica te passa. Tem que saber que não precisa só atacar. Por um longo tempo o brasileiro achou que o futebol era só para cima e isso mudou. Tem que ter um equilíbrio. É isso que tenho procurado fazer.

Vocês têm uma meta de pontuação neste início de Brasileiro?
Eu, particularmente, não fiz cálculo porque neste momento o importante é ir partida por partida, procurar evolução. A pontuação vai aparecer de acordo com o que a gente desempenhar dentro da competição. Mas é lógico que queremos ter sempre a pontuação elevada para brigar pelo título.

Como foi a conversa entre os jogadores depois da eliminação na Copa do Brasil? Há uma cobrança interna pelo Brasileiro?
Existe (essa cobrança). Estamos sempre conversando depois dos treinamentos, procurando a melhor alternativa para jogar. Lógico que obedecendo as orientações do treinador, mas a gente se cobra muito porque sabemos que temos de dar a resposta. O São Paulo sempre será cobrado por um futebol bonito porque sempre foi assim, com um futebol jogado, com variações de jogadas nas partidas. A gente se cobra muito para evoluir, não só na questão da garra e da vontade, como já tem sido acrescentado desde que o Aguirre chegou, mas a gente também se cobra muito na parte técnica.

O que você pode comentar sobre aquele lance contra o Paraná, em que você deu chapéu em um e deu uma caneta na sequência?
Foi um lance bem de improviso. Para falar a verdade, foi muito rápido. Tenho de ser sincero: não fui dar a caneta no segundo lance, fui para dar o chapéu. Seria um lance até mais bonito. Mas saiu a caneta e foi legal, deu uma repercussão muito boa. No meu primeiro jogo no Morumbi, já ter esse lance assim, e jogando como lateral-esquerdo… Na hora que vi o cara dando a passada, falei “é agora”. Já consegui dar o chapéu.

Você já tinha feito lances assim?
Já, em outros clubes. Mas a repercussão aqui é muito maior. E sendo o primeiro jogo no Morumbi, o torcedor já fala “achamos o lateral”. É muito cedo para falar, mas isso me deu motivação para ter mais confiança.

Lack of Tests affecting batting – Butcher

Zimbabwe’s batting woes in the World Cup are a consequence of the team not having played Tests in a long time, the national coach Alan Butcher has said

ESPNcricinfo staff13-Mar-2011Zimbabwe’s batting woes in the World Cup are a consequence of the team not having played Tests in a long time, the national coach Alan Butcher has said. Zimbabwe have gone past 200 just once in four matches this tournament, and that effort came against minnows Canada.”You get used to batting for longer period of times in Test cricket and that does relate to one-day cricket as well,” Butcher told reporters on the eve of Zimbabwe’s Group A clash against Pakistan in Pallekele. “Your top four players want to bat for the majority of the innings in a one-day game; they may have had the opportunity to bat for a day and a half in Test matches.”Zimbabwe have been in self-imposed isolation from Test cricket since 2006, when they didn’t have the players to field a competitive team. However, late last year, the country’s cricket board laid out an 18-month plan to return to the Test fold.Butcher said Zimbabwe would have to look for newer talent if the trend of low scores continued. “I hope that eventually another couple of players will show that ability, because if they don’t we have to find new players rather than continue with those who give us 170 totals.”Zimbabwe have gone past 200 just once in this World Cup•AFP

Zimbabwe, who’ve lost three of their four games, have the ability to cause an upset, Butcher said. While the batting has been a problem, he believed the team had a bowling attack capable of defending a score in the range of 250. “I think the concern is to put a positive total on the board and that’s what’s been our problem. The minimum realistic target is 250 and if we score that then we have a chance against most teams.”Butcher also backed captain Elton Chigumbura, who’s had a poor run this tournament in the middle order, to recover. “I’m not sure whether the captaincy is weighing on him. He keeps practising, keeps trying to work hard, trying to turn things around. He has got the ability and is working on some technical issues and hopefully they will pay dividends.”

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